{"id":1592,"date":"2020-10-27T22:10:05","date_gmt":"2020-10-28T00:10:05","guid":{"rendered":"https:\/\/estrategiadescomplicada.com.br\/?p=1592"},"modified":"2020-10-30T22:59:36","modified_gmt":"2020-10-31T00:59:36","slug":"emily-in-paris-licoes-de-marketing-e-integracao-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiadescomplicada.com.br\/fr\/emily-in-paris-licoes-de-marketing-e-integracao-cultural\/","title":{"rendered":"Emily in Paris: Li\u00e7\u00f5es de Marketing e Integra\u00e7\u00e3o Cultural"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: left;\">O que Emily in Paris pode nos contar sobre Marketing e integra\u00e7\u00e3o cultural?<\/h2>\n<p>Vamos aos fatos. Muita gente tem me perguntado sobre a seria nesses \u00faltimos dias. Alunos, colegas, amigos, etc, todos est\u00e3o curiosos para saber se \u00e9 estere\u00f3tipo ou realidade o que retratam na s\u00e9rie Emily in Paris que est\u00e1 bombando no momento. E, por isso, hoje resolvi escrever sobre isso.<\/p>\n<p>Mas, antes de ir aos detalhes da s\u00e9rie, vale a pena destacar que al\u00e9m da realidade de Paris e dos parisienses, a s\u00e9rie retrata quest\u00f5es muito importantes para serem discutidas. E essas quest\u00f5es v\u00e3o al\u00e9m do evidente que muita gente vem comentado por a\u00ed. Inclui <strong>quest\u00f5es sobre a base do marketing e sobre cultura<\/strong>. Para entender isso vou aos 3 pontos chaves:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<h3><strong>Boas estrat\u00e9gias de <a href=\"https:\/\/estrategiadescomplicada.com.br\/fr\/dicas-de-ouro-para-bares-e-restaurantes-nao-errarem-no-uso-das-redes-sociais\/\">marketing, mesmo digital<\/a>, s\u00f3 s\u00e3o criadas por quem n\u00e3o pilota escrivaninha!<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Estudar muito \u00e9 bom. Mas, para se fazer boas estrat\u00e9gias de marketing n\u00e3o podemos esquecer o essencial: <a href=\"https:\/\/estrategiadescomplicada.com.br\/fr\/preco-versus-valor\/\">marketing<\/a> \u00e9 atender a necessidade das pessoas. E, para conhecer essas necessidades e as pessoas, precisamos nos relacionar. Precisamos viver intensamente. Precisamos sair, viajar, se abrir para novidades, quebrar padr\u00f5es e estar aberto a experimentar. N\u00e3o temos que apenas ver. N\u00e3o temos que apenas saber. Temos que viver. S\u00f3 a partir disso podemos entender a fundo a realidade do outro e criar algo concreto para atender da melhor forma isso. Eu trabalho com pesquisa, e por isso mesmo sei que mesmo a <a href=\"http:\/\/happytrack.app\">melhor pesquisa<\/a> n\u00e3o ajudam em 100% na cria\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\n<h3><strong>Se voc\u00ea esperava mais sobre marketing, talvez voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 entendendo bem esse conceito.<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Tenho visto cr\u00edticas da s\u00e9rie por todos os lados. De um lado, franceses reclamam do estere\u00f3tipo criado (ops!). De outro, profissionais (de marketing) se dizem desencantados com a s\u00e9rie pois criaram uma expectativa que n\u00e3o foi atendida (ops de novo!). Muito tem se falado sobre como o marketing digital \u00e9 explorado na s\u00e9rie, afinal a personagem principal, Emily, atua nessa \u00e1rea. Agora, esperar que ter\u00e3o uma aula sobre o tema ou aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica de estrat\u00e9gias \u00e9 perder o senso e a realidade do pr\u00f3prio marketing. Voc\u00ea n\u00e3o acha que se o discurso fosse mais aprofundado nessa \u00e1rea continuaria tendo tanta visibilidade assim, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Esse n\u00e3o \u00e9 o objetivo principal da s\u00e9rie e entender marketing \u00e9 saber que se isso fosse feito, n\u00e3o venderia certamente. Talvez s\u00f3 para os profissionais que esperavam isso (rs). Os conceitos de irrever\u00eancia, conte\u00fado de qualidade, originalidade, marketing sensorial, gest\u00e3o de eventos e marketing de guerrilha s\u00e3o abordados bem conforme a narrativa permite. S\u00f3 n\u00e3o se pode esperar que isso venha com a explica\u00e7\u00e3o, processo completo ou mesmo estrat\u00e9gia completa&#8230; para isso existem livros e n\u00e3o s\u00e9ries de com\u00e9dia rom\u00e2ntica na Netflix \ud83d\ude1c<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>\n<h3><strong>Para viver a cultura e a realidade de um local \u00e9 necess\u00e1rio se desapegar totalmente.<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>O processo de assimila\u00e7\u00e3o de uma nova cultura envolve observa\u00e7\u00e3o e desapego aos valores de uma cultura pr\u00e9-existente. Quanto mais forte \u00e9 a cultura de onde se deseja integrar (como \u00e9 o caso da Fran\u00e7a), maior ser\u00e1 o esfor\u00e7o dessa integra\u00e7\u00e3o \u00e0 partir da ado\u00e7\u00e3o de costumes locais.<\/p>\n<p>E n\u00e3o adianta: Pessoas se relacionam com pessoas semelhantes. Podemos conhecer pessoas diferentes, conversar e interagir com elas. Mas se n\u00e3o existe pelo menos um ponto de interesse real em comum, o relacionamento n\u00e3o se sustenta. E isso s\u00f3 acontece dentro de nossa realidade quando estamos imersos de fato nos costumes de outra cultura.<\/p>\n<p>N\u00e3o adianta ficar dando murro em ponta de faca e lembrando como \u00e9 ou era em seu pa\u00eds quando o assunto \u00e9 se integrar. Emily no in\u00edcio teve uma enorme resist\u00eancia, mas ao passar da s\u00e9rie est\u00e1 sabendo se adaptar. Apesar dela ainda n\u00e3o conseguir reconhecer tudo da cultura, afinal \u00e9 novata por ali, ela j\u00e1 baixou a guarda e est\u00e1 mais aberta a se adaptar, a aprender o idioma, etc.<\/p>\n<p>E, para isso, n\u00e3o adianta continuar andando com americanos e ainda por cima falando sua l\u00edngua materna se quer se integrar em uma realidade completamente diferente. N\u00e3o adianta falar portugu\u00eas e s\u00f3 andar com brasileiro se voc\u00ea quer se integrar \ud83d\ude09\u00a0Fica a minha dica!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E por isso nesse ponto te garanto: h\u00e1 in\u00fameras vantagens de se integraram assim, mas desapegar das ra\u00edzes \u00e9 necess\u00e1rio (ou n\u00e3o ter muitas mesmo, o que ajuda mais ainda).<\/p>\n<p>Morei em Paris por quase 3 anos em indas e vindas. E morei tamb\u00e9m um ano em Bruxelas, na B\u00e9lgica. E me integrei, at\u00e9 mais na Fran\u00e7a do que na B\u00e9lgica, n\u00e3o por quest\u00e3o de tempo de perman\u00eancia, mas de abertura \u00e0 cultura mesmo.<\/p>\n<p>No entanto, para conseguir isso, me coloquei algumas regras antes de ir para l\u00e1:<\/p>\n<ol>\n<li>Morar apenas em regi\u00f5es de franceses &#8211; nada ou quase nada de estrangeiros<\/li>\n<li>Me relacionar prioritariamente com franceses<\/li>\n<li>Viver intensamente Paris<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cheguei na cidade falando franc\u00eas (l\u00f3gico que n\u00e3o perfeito, mas o mais &#8220;fluente&#8221; poss\u00edvel para seguir as aulas de doutorado e me relacionar com as pessoas). Meus vizinhos eram franceses. Os primeiros colegas de faculdade, franceses. Esse relacionamento de cara garante o entrosamento futuro, afinal, se voc\u00ea n\u00e3o tem contato com eles de cara, depois que voc\u00ea conhece outros estrangeiros por l\u00e1 sua integra\u00e7\u00e3o fica ainda mais dif\u00edcil&#8230; j\u00e1 percebeu como fora do Brasil j\u00e1 grupos de brasileiros? Grupos de chineses, etc? Sempre me questiono: \u00e9 falta de integra\u00e7\u00e3o local ou falta de querer se integrar?\u00a0Minha eterna d\u00favida&#8230;<\/p>\n<p>Confesso que, para mim, Curitibana de verdade, e um pouco antissocial nata, fazer amizade com franceses e parisienses foi f\u00e1cil. Enquanto aqui eu preciso ser simp\u00e1tica com todos, l\u00e1 \u00e9 s\u00f3 ser eu mesma que est\u00e1 tudo certo. \ud83e\udd23<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Mas porque eu foco em parisienses e franceses como se fossem povos diferentes?<\/h2>\n<p>Porque eles s\u00e3o diferentes.<\/p>\n<p>Franc\u00eas \u00e9 todos aquele que nasceu na Fran\u00e7a e mora fora de Paris. Tem h\u00e1bitos franceses, adoram vinho, s\u00e3o am\u00e1veis, etc. Enfim, franceses.<\/p>\n<p>J\u00e1 os parisienses s\u00e3o os franceses nascidos e que cresceram em Paris, moram em Paris e tem costumes t\u00edpicos da cidade. Eles tamb\u00e9m t\u00eam h\u00e1bitos franceses, gostam de vinho, mas&#8230;. tem algo especial. S\u00e3o extremamente competitivos, ligados muito, mas muito \u00e0 est\u00e9tica e apar\u00eancia pessoal, s\u00e3o elitistas, se classificam por situa\u00e7\u00e3o social em rela\u00e7\u00e3o a lugares que frequentam, cartiers (regi\u00f5es da cidade) onde moram, reparam em tudo (inclusive olhando de cima embaixo, principalmente as mulheres), etc. Se os pais tamb\u00e9m forem parisienses, a\u00ed sim que o estilo que descrevi n\u00e3o tem o que mudar!<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o normalmente competitivos e sempre querem estar por cima de alguma forma e se desafiam de forma querida e bem particular em conversas. Mas n\u00e3o \u00e9 ruim n\u00e3o, ao contr\u00e1rio. Se voc\u00ea n\u00e3o sabe disso at\u00e9 assusta. Mas \u00e9 tudo muito delicado, am\u00e1vel e gentil. Como estudei j\u00e1 um pouco de psicologia entendo um pouco disso e n\u00e3o \u00e9 necessariamente algo esnobe, metido ou chato. \u00c9 saber se valorizar (ok, talvez \u00e0s vezes um pouco demais).<\/p>\n<p>Mas, confesso que a-do-ro parisienses! Por qu\u00ea? Porque s\u00e3o sin-ce-ros. At\u00e9 demais. Quase que sem filtro (mas com toda delicadeza, claro). N\u00e3o fazem car\u00e3o. N\u00e3o se fazem de simp\u00e1ticos s\u00f3 para parecer legal. N\u00e3o for\u00e7am a barra para coisas que n\u00e3o s\u00e3o. Quando tentam voc\u00ea v\u00ea de cara que \u00e9 for\u00e7ado. Ao contr\u00e1rio do que vemos muito no dia a dia aqui&#8230; Ou \u00e9 s\u00f3 comigo que acontece?!<\/p>\n<p>Logicamente devem ter parisienses exce\u00e7\u00e3o. Estou descrevendo os que eu conhe\u00e7o ou conheci, e com quem inclusive discutimos v\u00e1rias vezes sobre essas diferen\u00e7as de comportamentos. (Embora isso, ainda bem que o Blog n\u00e3o \u00e9 traduzido tamb\u00e9m).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas vamos ao que interessa: o que \u00e9 verdade e o que \u00e9 fic\u00e7\u00e3o em Emily in Paris? Mas, cuidado! Spoillers (levinhos) \u00e0 vista!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>21 Fatos sobre Emily In Paris<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li>\n<h3><strong>A cidade \u00e9 deslumbrante sim &#8211; e os franceses nem ligam mais.<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Passear com franc\u00eas e principalmente parisienses, n\u00e3o raramente quando voc\u00ea comenta algo, ou se encanta, eles simplesmente: \u201cnossa, \u00e9 verdade! A gente se acostuma tanto que nem repara mais\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\n<h3><strong>Os parisienses s\u00e3o fechados a estrangeiros\u00a0<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>O que acontece n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a quest\u00e3o do idioma. Muitos franceses falam ingl\u00eas, mas eles n\u00e3o gostam muito do sotaque que possuem no idioma. Al\u00e9m disso, n\u00e3o \u00e9 apenas em Emily in Paris que h\u00e1 problema do idioma. Franceses n\u00e3o curtem a cultura muito americanizada, termos e ingl\u00eas, etc, pois valorizam a sua na\u00e7\u00e3o. (Tamb\u00e9m bem ao contr\u00e1rio do que vemos por aqui: quanto mais termos em ingl\u00eas mais chique e culto se parece #sqn \ud83e\udd23).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>\n<h3><strong>A maioria dos pr\u00e9dios n\u00e3o tem elevador e os studios s\u00e3o no \u00faltimo andar\u00a0<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Aquelas escadarias, errar de porta com o vizinho quando se est\u00e1 cansado, n\u00e3o saber o bendito c\u00f3digo da porta de entrada s\u00e3o coisas normais do dia a dia parisiense. Mas o tamanho do apartamento dela para um \u201cchambre de bonne, t\u00e1 de brincadeira n\u00e9? Normalmente aquela metragem d\u00e1 para um apartamento de um quarto e se bobear, dois \ud83e\udd23<\/p>\n<p>Por isso, ao contr\u00e1rio da Emily in Paris,\u00a0ter elevador foi um pr\u00e9-requisito meu caso quando me mudei para l\u00e1 \ud83d\ude09<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>\n<h3><strong>H\u00e1 coc\u00f4s de cachorro nas cal\u00e7adas (e pisar em cima \u00e9 sinal de sorte)<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Acho que isso n\u00e3o preciso nem comentar nada, n\u00e9?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>\n<h3><strong>Bolsa na cadeira n\u00e3o \u00e9 bem visto<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A regra \u00e9 \u201cbolsa n\u00e3o senta\u201d, e \u00e9 por isso que no lugar de pedirem a cadeira vazia para Emily em um caf\u00e9, pediram logo a que a bolsa dela estava. \u00c9 quase que um desrespeito isso visto por eles, pois voc\u00ea est\u00e1 tirando o lugar de algu\u00e9m que pode realmente sentar. Isso aconteceu comigo na Universidade e j\u00e1 no segundo dia me falaram: sua bolsa tem que ficar no ch\u00e3o. Para muitos de n\u00f3s isso \u00e9 sin\u00f4nimo de perda de dinheiro&#8230; Cada louco com sua mania, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>\n<h3><strong>Problemas no chuveiro s\u00e3o comuns (e tomar banho no vizinho tamb\u00e9m, e por falar em vizinhos, ter vizinhos lindos como Gabriel n\u00e3o \u00e9 raro).<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Eu tive sorte de nunca ter problemas hidr\u00e1ulicos, mas como as estruturas dos pr\u00e9dios no centro de Paris s\u00e3o muito antigas, h\u00e1 problemas em instala\u00e7\u00f5es sim. Al\u00e9m disso, o que \u00e9 mais comum \u00e9 acabar a \u00e1gua quente, afinal l\u00e1 o sistema de aquecimento \u00e9 diferente e a quantidade de \u00e1gua quente \u00e9 limitada a um ballon d\u2019eau. Tive essa experi\u00eancia no meu primeiro banho assim que cheguei, ainda lavando o cabelo. Para ajudar era inverno, acabou a \u00e1gua quente e tive que finalizar na \u00e1gua fria. Nessa semana a temperatura era na casa de -2 graus e nevou. J\u00e1 imaginou a del\u00edcia que foi, n\u00e9?<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, j\u00e1 tive solicita\u00e7\u00f5es de uso de chuveiro por problemas hidr\u00e1ulicos, vai entender&#8230;<\/p>\n<p>Uma observa\u00e7\u00e3o: n\u00e3o tive esse azar, mas tem chuveiros com programa\u00e7\u00e3o para desligar. Para se enxugar, aperta o bot\u00e3o sai \u00e1gua, fica um minutinho e ele desliga, ai tudo novo&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>\n<h3><strong>Bater na porta do vizinho pra tudo \u00e9 super normal <\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Eu, como boa curitibana, n\u00e3o sou t\u00e3o pr\u00f3xima aos meus vizinhos. Mas, em Paris&#8230; Tive jantar para mim na primeira semana, assim como a oferta da chave da casa de outra vizinha (para caso eu precisasse de algo&#8230; l\u00f3gico que n\u00e3o aceitei&#8230; vai que pede a minha \ud83e\udd23). Filho de vizinha batendo na porta, convite para sair, etc. Sim, a vida \u00e9 animada e as pessoas se encontram bastante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>\n<h3><strong>N\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o conectados \u00e0s redes sociais, ou de certa forma, s\u00e3o um pouquinho mais atrasados em rela\u00e7\u00e3o a elas (e acham que sabem tudo&#8230;)<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Toda selfie para eles \u00e9 estranho. D\u00e3o at\u00e9 risada e perguntam: \u201cpor que tanta foto\u201d. D\u00e3o dicas de redes sociais, embora n\u00e3o costumem utilizar. Criticam \u00e0s vezes e n\u00e3o costumam acessar tanto. Vai entender&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li>\n<h3><strong>Sim! \u00c9 normal o trabalho ou faculdade come\u00e7ar \u201ctarde\u201d, ter hor\u00e1rio de almo\u00e7o \u201cenorme\u201d e acabar cedo<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>N\u00f3s somos acostumados a trabalhar 40 horas por semana, estudar mais 20 horas por semana, e est\u00e1 tudo normal. Franceses n\u00e3o. E confesso que acho que deveria ser o regime de trabalho e rotina de estudos correta.<\/p>\n<p>Franceses sabem que h\u00e1 hor\u00e1rio para tudo e a vida n\u00e3o se resume a trabalhar, ter e ser algu\u00e9m. Franceses acreditam que a vida \u00e9 mais que isso e por isso a qualidade de vida deve ser respeitada com limites. Quando se estuda, a carga hor\u00e1ria de trabalho \u00e9 limitada por lei a apenas uma % das 35 horas habituais. Se voc\u00ea faz est\u00e1gio, na maioria das vezes \u00e9 em regime de altern\u00e2ncia, ou na faculdade ou no trabalho, n\u00e3o nos dois no mesmo dia e tudo atropelado. Hor\u00e1rio de folga e pausas devem ser respeitas.<\/p>\n<p>Minhas aulas come\u00e7avam por volta das 10h. Grandes empresas geralmente come\u00e7am mais cedo, \u00e0s 9h. Crian\u00e7as entram na escola \u00e0s 8h30 para dar tempo dos pais levarem, mas saem por volta das 16h ou 16h30, n\u00e3o lembro ao certo. Trabalho? Vai at\u00e9 17h30 \/ 18h. Se voc\u00ea chegar 17h55 em lojas que fecham \u00e0s 18h voc\u00ea ser\u00e1 convidado a voltar amanh\u00e3.<\/p>\n<p>Mas, apesar disso (n\u00e3o se ofenda t\u00e1?!) mas&#8230; confesso que&#8230; franceses costumam ser muito mais produtivos que a maior parte dos brasileiros que conhe\u00e7o&#8230; simples quest\u00e3o de foco.<\/p>\n<p>N\u00e3o esque\u00e7o de uma vez que o professor pediu para lermos dois mega artigos em ingl\u00eas para o outro dia de manh\u00e3. E todos leram e discutiram. Aqui no Brasil a galera reclama de ter uma semana para ler tr\u00eas, n\u00e3o d\u00e1 conta de trabalhos urgentes e perdem prazos. Juro que tamb\u00e9m n\u00e3o entendo&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><strong>Encontrar com amigos e conhecidos na rua sem marcar acontece de verdade! <\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>L\u00f3gico que sem escutar a conversa de longe como acontece na s\u00e9rie e ainda chegar j\u00e1 interagindo \ud83e\udd23<\/p>\n<p>Mas, principalmente se voc\u00ea mora na regi\u00e3o do arco mais central da cidade, \u00e9 super normal encontrar com amigos sem marcar. Se quer fugir de algu\u00e9m, tem que tomar at\u00e9 cuidado A primeira l\u00f3gica \u00e9 que as pessoas passam mais tempo fora de suas casas em Paris. Quest\u00e3o de espa\u00e7o, log\u00edstica e h\u00e1bitos mesmo. Outra quest\u00e3o \u00e9 que a cidade \u00e9 pequena.<\/p>\n<p>Eu j\u00e1 vivenciei diversas situa\u00e7\u00f5es como a Emily vivencia com seus vizinhos e outras pessoas de seu c\u00edrculo de amizade. O mais surreal foi encontrar duas amigas (que n\u00e3o estavam juntas), quando est\u00e1vamos, no mesmo hor\u00e1rio, passando (s\u00f3 passando) pela Place de la Concorde. Ainda estava garoando, era de madrugada e eu de bicicleta e sombrinha (bem f\u00e1cil de achar, claro! Rs)&#8230; Parece filme, mas a magia da cidade faz essas coisas acontecerem. J\u00e1 encontrei amigo que n\u00e3o via h\u00e1 muito tempo em metro, melhor amigo em trem ou em lugar hist\u00f3rico&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li>\n<h3><strong>Barulhos entre os apartamentos \u00e9 normal &#8211; aqueles mesmo que voc\u00ea est\u00e1 pensando e que a Emily escuta de manh\u00e3 e \u00e0 noite<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>No come\u00e7o eu achava que era beb\u00ea que tinha no apartamento do pr\u00e9dio ao lado, j\u00e1 que o meu apartamento era o \u00faltimo do andar e fazia j\u00e1 divisa com o outro im\u00f3vel. Achava que era beb\u00ea porque era sempre no mesmo hor\u00e1rio&#8230; at\u00e9 ouvir que n\u00e3o era choro e sim gemidos&#8230; E o pior que eu tinha dos dois lados do apartamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"12\">\n<li>\n<h3><strong>Tomar vinho a \u201ctoda hora\u201d tamb\u00e9m \u00e9 normal <\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Parece brincadeira, mas n\u00e3o \u00e9. Tomar vinho quase todos os dias \u00e9 um h\u00e1bito franc\u00eas bem comum. Tomar vinho na hora do almo\u00e7o j\u00e1 vai da consci\u00eancia de cada um. Tudo depende do efeito que dar\u00e1 na produtividade depois. H\u00e1 aqueles que tomam s\u00f3 \u00e1gua, e outros que tomam suas tacinhas de vinho. A noite, super liberado. Mas pasme: mesmo tomando vinho a quase toda ocasi\u00e3o, voc\u00ea nunca v\u00ea franc\u00eas nem \u201caltinho\u201d &#8211; eles s\u00e3o finos: degustam e conhecem seus limites \ud83d\ude09<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o mais inusitada n\u00e3o foi na Fran\u00e7a, mas quando eu morei na B\u00e9lgica: degusta\u00e7\u00e3o de vinhos no hor\u00e1rio de almo\u00e7o com o pessoal do laborat\u00f3rio de pesquisa. Simples fato que servir\u00edamos vinho num congresso e precisar\u00edamos escolher em conjunto. E todos s\u00f3 degustavam mesmo. Maturidade e bom senso \u00e9 tudo!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"13\">\n<li>\n<h3><strong>Cantadas acontecem de forma natural<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Parisienses s\u00e3o muito charmosos e galanteadores. Eles at\u00e9 assumem que a postura deles \u00e9 tentar sempre \ud83e\udd23<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"14\">\n<li>\n<h3><strong>Relacionamentos \u201cmais abertos\u201d tamb\u00e9m s\u00e3o normais<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>N\u00e3o que os franceses traiam naturalmente. Mas jogam charme por tudo. Do lado da esposa olham para outra, mas isso tamb\u00e9m acontece por parte das mulheres. Para eles \u00e9 um jogo normal.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, para alguns, manter amizade aberta entre atual, ex e ex-ex-namorado.a \u00e9 normal para alguns (logicamente que essa \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra, mas \u00e9 t\u00e3o bizarro que chega a ser surreal). Inclusive para sair junto, jantar junto, viajar junto, atual pedindo conselhos para a ex&#8230;. vai entender. Maduros demais para o meu gosto \ud83e\udd23<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"15\">\n<li>\n<h3><strong>Encontrar pessoas na rua e te convidarem para situa\u00e7\u00f5es sociais glamourosas, tamb\u00e9m acontece,\u00a0embora n\u00e3o t\u00e3o normal. \u00c9 mais uma quest\u00e3o de &#8220;sorte&#8221;<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Estar no lugar certo, na hora certa e conhecer a pessoa certa. Emily encontra Camille que a convida para um vernissage de uma pessoa da alta sociedade. Assim, do nada. Acontece? Sim. Mas se voc\u00ea levar sorte e aconteceu comigo.<\/p>\n<p>Vou contar: estava em um sinaleiro, de bicicleta, indo para a faculdade. Uma moto para do lado e come\u00e7a a falar. N\u00e3o dou bola, mas como insiste muito, resolvi prestar aten\u00e7\u00e3o. Ele estava me oferecendo carona para subir a rua (era uma subida de Ternes ao Arco do Triunfo e que \u00e9 de tirar o f\u00f4lego). Peguei no bra\u00e7o dele e subimos. Chegando l\u00e1, ele me convidou para ir no Opera, como eu n\u00e3o podia, me convidou para a vernissage do Nikos Aliagas, meu amigo. Nessa eu fui, tomei champagne, comi caviar, etc. Falei com o anfitri\u00e3o e tudo. No entanto, s\u00f3 fiquei sabendo de verdade quem ele era quando eu estava na B\u00e9lgica e por acaso estava assistindo TV. Liguei para o meu amigo e perguntei: \u201clembra da vernissage que a gente foi? Era do cara da TV?\u201d E ele naturalmente: \u201cEra sim, voc\u00ea n\u00e3o sabia?\u201d \ud83e\udd23 \u00a0Bem que achei estranho o tapete vermelho na porta, tietes hist\u00e9ricas e um monte de fot\u00f3grafos&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"16\">\n<li>\n<h3><strong>Falar de sexo abertamente, no trabalho, na rua ou na mesa de caf\u00e9 ou janta com a fam\u00edlia \u00e9 algo natural<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Afinal, sexo n\u00e3o \u00e9 ou deveria ser algo natural? Por que por aqui \u00e9 t\u00e3o tabu? J\u00e1 parou para pensar na quest\u00e3o? Como sei disso? Perguntem como fiquei sabendo da primeira vez do meu ex. E n\u00e3o foi em conversa t\u00eate \u00e0 t\u00eate \ud83e\udd23<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"17\">\n<li>\n<h3><strong>S\u00e3o sexistas sim, mas sem serem sexistas, se isso \u00e9 poss\u00edvel&#8230;\u00a0<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Coisas de meninos e coisas de meninas, etc&#8230; Sem mais nesse t\u00f3pico para n\u00e3o causar. Viram que sou contra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"18\">\n<li>\n<h3><strong>Tem muito estrangeiro de classes e posi\u00e7\u00f5es elevadas trabalhando em categorias de empregos menos prestigiosas <\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Apenas continuar na cidade e ter a possibilidade de ser feliz na capital luz pode ser e \u00e9 o sonho de muita gente. Conheci engenheiro atuando como pedreiro, ex-gerentes de empresas trabalhando como gar\u00e7ons, etc (mas, veja que subemprego est\u00e1 entre aspas pois n\u00e3o \u00e9 algo inferior ou pejorativo, etc).<\/p>\n<p>Assim como, por l\u00e1 tem moradores de rua que n\u00e3o s\u00e3o necessariamente moradores de rua. S\u00e3o pessoas que foram atr\u00e1s de sonhos e de uma vida melhor e acabaram sem os documentos legais para continuar l\u00e1 e isso, somado a falta de sorte ou credibilidade, ou pessoas que apoiem, pode se tornar uma bola de neve por l\u00e1.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o ver o sucesso glamouroso \u00e9 algo que pode n\u00e3o ser t\u00e3o real assim&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"19\">\n<li>\n<h3><strong>A noite l\u00e1 \u00e9 tradicional come\u00e7ar em um lugar para aperitivo, jantar em outro e finalizar em outro bar ou boate (dependendo da idade)<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A noite em Paris realmente \u00e9 longa e d\u00e1 para fazer muiiita coisa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"20\">\n<li>\n<h3><strong>Franceses tomam banho, todos os dias, sim! <\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Pelo menos acredito que sim, e espero continuar acreditando kkkk<\/p>\n<p>S\u00f3 no inverno sei que alguns espa\u00e7am um pouco mais, mas esse h\u00e1bito \u00e9 dos mais \u201cvelhos\u201d.<\/p>\n<p>Mas aqui vale contar que escovar os dentes depois das refei\u00e7\u00f5es tenho minhas d\u00favidas. Por qu\u00ea? Eu era quase que uma atra\u00e7\u00e3o no banheiro da faculdade quando escovava os dentes depois do almo\u00e7o. Ficavam olhando como se eu fosse um et e ainda alguns comentavam \u201cque bonitinha, que fofinha\u201d (l\u00f3gico que num tom que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o legal assim).<\/p>\n<p>Ah! E para ajudar a maioria dos banheiros p\u00fablicos e de universidades s\u00e3o unissex&#8230;<\/p>\n<p>Mas, j\u00e1 me aconteceu uma situa\u00e7\u00e3o um tanto inusitada. Um dia eu ia sair com algumas colegas francesas e disse &#8220;vou para casa mais cedo, pois preciso lavar o cabelo e me arrumar&#8221;. A\u00ed, elas me olharam com uma cara meio &#8220;que absurdo&#8221;e perguntaram: &#8220;mas voc\u00ea n\u00e3o lavou j\u00e1 esses dias?&#8221; kkkkk Mas ai tamb\u00e9m descobri o porqu\u00ea. A \u00e1gua l\u00e1 tem muito calc\u00e1rio, ent\u00e3o, lavar muito o cabelo, tomar muito banho, etc, tem preju\u00edzos enormes para sa\u00fade dos cabelos e da pele.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"21\">\n<li>\n<h3><strong>Alguns franceses costumam ficar nus em casa<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Agora, chegar gente estranha como mostrado na cena de Emily in Paris que o sogro do Gabriel est\u00e1 nu na piscina e continua a vida naturalmente, j\u00e1 n\u00e3o sei dizer se \u00e9 verdade e desconfio que isso \u00e9 too much! Mas \u00e9 real que alguns andam nus pela casa. Sei que tinha um vizinho da janela da frente (franc\u00eas) que fazia isso e n\u00e3o era exibicionismo. Para tirar da sua d\u00favida, d\u00e1 uma olhada nas janelas dos apartamentos durante seus passeios e depois me conta \ud83d\ude09<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E para finalizar:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Bonus: \u00c9 mal visto &#8220;comer muito&#8221; em festas e fora de hor\u00e1rio ou lugar<\/h3>\n<p>Isso eu aprendi bem r\u00e1pido! Sabe a cena que a Emily est\u00e1 numa festa e a chefe dela comenta &#8220;por que voc\u00ea est\u00e1 comendo?&#8221; Confesso que aconteceu comigo e vou contar para voc\u00ea.<\/p>\n<p>Cheguei na sala de aula terminando de comer uma ma\u00e7\u00e3 (eu acho). A professora parou tudo e ficou olhando para minha cara. E olha que isso era bem no in\u00edcio da aula ap\u00f3s o intervalo. N\u00e3o entendi e dei uma pen\u00faltima mordida. Ai algu\u00e9m do fundo comentou para ela &#8220;ne vous inquietez pas.. elle est br\u00e9silienne&#8221;. Et oui! A gente tamb\u00e9m tem estere\u00f3tipos por l\u00e1 e confesso que n\u00e3o s\u00e3o nada bons&#8230; por isso paro por aqui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Moral da hist\u00f3ria:<\/strong><\/h2>\n<p>Apesar de parecer clich\u00ea ou fic\u00e7\u00e3o, os h\u00e1bitos mostrados, apesar de um pouco caricaturados (afinal isso tamb\u00e9m \u00e9 truque de marketing para deixar ainda mais atrativa a trama) s\u00e3o reais.<\/p>\n<p>A gente s\u00f3 vive um local, uma cultura, um povo, quando somos capazes de se desapegar dos nossos h\u00e1bitos e se integrar de cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>E, para ter boas estrat\u00e9gias de marketing, conhecimento da base \u00e9 necess\u00e1rio, pesquisas e conhecimento do p\u00fablico e da situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais (mesmo que n\u00e3o mostre muito isso), mas vivenciar a realidade, se relacionar com pessoas e se jogar de cabe\u00e7a em novas experi\u00eancias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E voc\u00ea, o que achou da s\u00e9rie e do que contei por aqui?<\/p>\n<p>Comenta que eu vou gostar de saber o que voc\u00ea achou!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Merci, et \u00e0 tr\u00e8s bient\u00f4t!<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que Emily in Paris pode nos contar sobre Marketing e integra\u00e7\u00e3o cultural? 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